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sábado, 6 de dezembro de 2014

Uma jornada muito esperada - Zoológico Municipal de Foz do Iguaçu

No último dia da nossa viagem, resolvemos visitar o Zoológico Municipal de Foz do Iguaçu, que fica bem pertinho da pousada onde estávamos hospedados.

É um lugar simples, mas bacaninha. É pequeno, se comparado com o zoo de BH ou o do Rio de Janeiro, mas ainda assim rende uma caminhada interessante. Parece que mesmo a população de Foz não visita muito o zoológico, que poderia estar um pouco mais cuidado. É como, se com tanto espaço fantástico por perto, esse parecesse meio sem graça, até para a prefeitura.
Seja você também um guarani no bosque
O nome do parque já indica: é um bosque. Um lugar para dar uma volta, ouvir os pássaros, ler um livro... Acho que tinha umas duas ou três pessoas lendo livro ou jornal lá durante nosso passeio.






Como Foz do Iguaçu é uma cidade bastante arborizada, acaba tendo também muitos passarinhos. Uma das coisas que mais chamou a minha atenção foi a algazarra das aves no topo das árvores. Não deu pra ver nada, mas o barulho nos acompanhou durante toda a visita ao zoo.
Os passarinhos faziam uma festa particular no topo das árvores. Pelas marcas deixadas no chão, elas são frequentes e sempre lotadas.
No Bosque Guarani o sol nasce para todos
A próxima parada foi o Parque das Aves. Mas isto é assunto para outro post.

sábado, 16 de agosto de 2014

Uma jornada muito esperada - Refúgio Biológico de Itaipu

Logo após a visita ao Eco Museu, voltamos para a área da hidrelétrica para visitar o Refúgio Biológico.

No caminho para o Refúgio Ambiental, a gente passa por estas estruturas, que foram utilizadas como ferramentas na montagem da Usina
O Refúgio Biológico Bela Vista é uma unidade de proteção criada para receber milhares de plantas e animais desalojados pelo reservatório da usina. Dá de dez a zero em muito zoológico que tem por aí, sendo mais bonito inclusive do que o Zoológico da cidade de Foz do Iguaçu.

O passeio inicia numa carretinha, que sai do Centro de Recepção de Visitantes e contorna o Canal da Piracema até às edificações do Refúgio.

Todos os espaços usam fontes alternativas de energia e foram construídos com base em conceitos de arquitetura verde.


O roteiro segue com uma caminhada de dois quilômetros por uma trilha em meio a floresta nativa e envolve lições de educação ambiental, dadas pelos simpáticos e incansáveis educadores ambientais de Itaipu.



Durante o passeio, podemos ver (ok, não dá para reparar que a diversidade é tanta assim) mais de 960 gêneros de plantas e 50 espécies animais como jaguatirica, jacaré, gavião, urubu-rei, quati, arara-vermelha, jabuti, coruja, serpentes, macaco-prego e a onça pintada.



A anta está vivendo a vida numa boa...



É um passeio realmente muito bacana! O refúgio é muito lindo e bem cuidado e ainda estava em reforma para ser ampliado. Dá gosto conhecer um trabalho tão interessante quanto esse.

domingo, 13 de julho de 2014

Retomando - Eco Museu de Itaipu

Depois de um longo e tenebroso período sem férias, e até com férias, voltei para contar como foi à viagem à Foz do Iguaçu.
Bem, depois de conhecer a Usina Hidrelétrica de Itaipu por dentro, e antes de conhecermos o Refúgio Biológico, visitamos o Eco Museu, que  conserva a história da usina e da região em que foi construída a hidrelétrica.

Um pouco sobre o Eco Museu (já que tem mais de um ano que estivemos lá, colei da internet): O visitante percorre um circuito dividido em módulos que apresentam desde a ocupação da região da usina na margem brasileira até os projetos de conservação ambiental da Itaipu. Dentro desse roteiro estão atrações como os espaços temáticos de água e energia. Há também uma réplica do eixo de uma turbina em atividade, com direito aos ruídos característicos do coração da usina. Um painel de fotos 3X4 homenageia as 40 mil pessoas que trabalharam na construção da hidrelétrica.


Se bem me lembro, na região havia fazendas e o pessoal produzia milho e algodão. Por isso, tem várias máquinas rústicas e ferramentas do pessoal que tinha terras lá.  

Tem também uma exposição muito bacana sobre arqueologia e a ocupação humana da região.

Essa era a rua principal de Foz do Iguaçu antes da construção de Itaipu. O hotel que aparece na maquete existe até hoje. No dia seguinte, visitamos a rua e comemos um sanduba quase em frente ao hotel.
Tem várias maquetes e equipamentos de funcionários que trabalharam na construção da hidrelétrica.




E maquetes que mostram como é o funcionamento de uma turbina.


Para aquelas pessoas que não puderam, ou não quiseram fazer a visita técnica, tem a reprodução do eixo da turbina, em tamanho real, para poder ver bem de pertinho. Com segurança e sem aquele barulhão todo.
Tem uma sala muito bacana que fala da bacia hidrográfica do Rio Paraná. É uma grande maquete no chão, coberta por um vidro, para a gente andar por cima.



Antes construirem a barragem, fizeram uma pesquisa geológica e arqueológica da região. 



Por causa da construção da barragem, foi feita ainda uma pesquisa sobre a fauna e a flora, para replantio de espécies nativas e resgate dos animais atingidos pela área da represa. 



 A cidade de Foz do Iguaçu existia desde 1914. Já era um ponto turístico e estratégico de fronteira.
Mas devido à construção de Itaipu na década de 70, a população cresceu 300%. Era tanta gente, que foram formadas mais três cidades com os ex-trabalhadores da obra.